Organizada em conjunto com o Grupo de Trabalho (GT) Mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o GT Mulheres da ABA-Agroecologia e a Rede Feminismo e Agroecologia, a Plenária das Mulheres desta 13ª edição do CBA tem como tema “Feministas da Agroecologia na luta por Justiça Climática, contra Racismo Ambiental e por Convivência com os Territórios”.
O acesso à Plenária das Mulheres é livre e aberto para todas as mulheres inscritas ou não no Congresso, e não há necessidade de credenciamento ou inscrição prévia.
Local: Auditório central do Espaço Umbuzeiro Multieventos (veja o mapa)
Plenária Autogestionária “Pessoas Idosas: Conhecimentos Tradicionais e Cósmicos da Agroecologia para a Convivência com os Territórios Semiárido e Árido, com Inclusão e Justiça Climática”
Valorização e diálogos sobre saberes tradicionais e cósmicos; trocas intergeracionais e multietnicas entre PIPCTAFs; oarticipação proativa das pessoas idosas; diálogos sobre a justiça climática e os territórios.
1. Abertura, acolhida, saudação, objetivos e programação
2. Rodas de diálogos “Saberes Vivos, Tradições, Memórias e Convivências”
3. Diálogos ampliados
Espaço aberto para mais duas mulheres (idosa e jovem) e dois homens (idoso e jovem).
4. Diálogos prospectivos e propositivos com registros
Construção coletiva de um Mapa de Saberes e de Práticas Agroecológicas e de Convivência Socioetnoambientalmente Sustentável, com as condições Edafoclimáticas da Zona Úmida; da Zona Sumúmida seca; da Zona Semiárida; e da Zona Árida, para ampliação, fortalecimento e Controle Social de Políticas Públicas de Inclusão e de Justiça Climática. Construção coletiva de um Painel dos Saberes e das Tradições.
5. Desdobramentos e encaminhamentos
Síntese Afetiva e Sociopolítica da construção coletiva da plenária autogestionária.
Momentos simbólicos:
Local: Espaço Umbuzeiro Multieventos (veja o mapa)
Local: Tenda Catingueira (veja o mapa)
Local: Tenda Catingueira (veja o mapa)
A Conferência de Abertura do 13º CBA tem por objetivo inspirar reflexões acerca da convivência com os territórios brasileiros, em sua diversidade. Trata-se de pensar a agroecologia (enquanto ciência, movimento e prática) como uma referência no enfrentamento à crise climática e às múltiplas crises entrelaçadas que hoje afetam as populações urbanas e rurais nos diferentes biomas brasileiros.
Esta mesa de diálogo busca, além disso, aproximar os/as participantes do Congresso das experiências sociais e ecológicas vivenciadas pelas populações do Semiárido brasileiro na construção da agroecologia, experiências essas que dão vida ao conceito de convivência. O reconhecimento da diversidade social, ambiental, econômica e cultural presente nos territórios e dos saberes e talentos de suas populações, constitui-se como um pressuposto fundamental na construção de arranjos sociotécnicos, organizativos e de produção de conhecimentos capazes de dar sustentação a processos de transformação socioecológica informados por princípios de justiça social e sustentabilidade.
Painelistas:
O dia 16 de outubro é o Dia Mundial da Alimentação. A ideia é que o tema proposto seja pensado como um eixo organizador das atividades do dia. Os quatro painéis simultâneos vão abordar as interfaces entre biodiversidade e soberania e segurança alimentar e nutricional, a partir de diferentes perspectivas.
Local: Tenda Catingueira (veja o mapa)
As vulnerabilidades do atual sistema agroalimentar, estruturado com base nas grandes monoculturas e dietas pouco diversificadas, têm sido apontadas sob diferentes perspectivas.
Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em 2024, 828 milhões de pessoas em todo o mundo enfrentavam níveis severos de insegurança alimentar e nutricional. Nesse mesmo período, 2,6 bilhões de pessoas, nas distintas regiões do planeta, não tinham condições de acessar uma dieta saudável (FAO, 2025). A pandemia de Covid-19, a intensificação dos conflitos armados e os efeitos da crise climática contribuíram para evidenciar a fragilidade dos circuitos longos de produção e consumo de alimentos controlados pelas grandes corporações e suas estruturas de governança.
Ao mesmo tempo, nas últimas décadas, um conjunto crescente de trabalhos de pesquisa tem chamado atenção para o fato de que uma parcela expressiva da população do planeta continua sendo abastecida por alimentos cultivados em sistemas produtivos biodiversos e de uso múltiplo, manejados por camponeses/as, agricultores/as familiares, agroextrativistas, indígenas, pescadores/as artesanais e povos e comunidades tradicionais. Os alimentos produzidos nesses sistemas são, em parte, destinados ao autoconsumo, circulando também através de redes de proximidade e mercados territoriais.
Este painel tem por objetivo aprofundar as relações que se estabelecem entre biodiversidade agrícola e alimentar, sistemas territorializados e populares de abastecimento e a promoção de dietas saudáveis, discutindo os desafios envolvidos na produção e acesso à comida de verdade, conectando roçados e cozinhas em novas configurações.
Trata-se, também, de refletir sobre as experiências acumuladas na construção de arranjos de produção e consumo mais justos e equitativos, social e ecologicamente resilientes, e capazes de potencializar novos tipos de sinergias entre o campo e a cidade.
Painelistas:
Local: Auditório Central do Espaço Umbuzeiro Multieventos (veja o mapa)
O presente painel tem como objeto de discussão a construção e implementação de políticas públicas capazes de articular agroecologia, biodiversidade e Soberania Segurança Alimentar e Nutricional, a partir de um enfoque intersetorial. Ao longo das últimas décadas foram institucionalizados no Brasil diferentes instrumentos de políticas públicas que buscam incorporar em suas diretrizes e estratégias de implementação, sob diferentes perspectivas, a conservação da biodiversidade, o manejo sustentável dos agroecossistemas e a justiça alimentar.
A Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO), a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN) e o Plano Nacional de Abastecimento Alimentar “Alimento no Prato” (PLANAAB) exemplificam dispositivos de ação governamental capazes de integrar essas várias dimensões. A implementação dessas políticas tem enfrentado, no entanto, uma série de obstáculos, em uma trajetória marcada por descontinuidades institucionais, restrições de natureza orçamentária e financeira, dificuldades de articulação entre programas e ações e baixa capacidade de operacionalização nos territórios. Esta mesa de debates busca analisar, sob diferentes perspectivas, os limites e potencialidades inerentes a essas construções políticas e institucionais.
Painelistas:
Local: Mezanino do Espaço Umbuzeiro Multieventos (veja o mapa)
A biodiversidade agrícola e alimentar (ou agrobiodiversidade), assim como os conhecimentos a ela associados, resultam historicamente de um processo dinâmico de coprodução envolvendo os seres humanos e diferentes espécies plantas, animais e microrganismos. A contribuição dos/das camponeses/as, extrativistas, pescadores/as, indígenas e povos e comunidades tradicionais no manejo e conservação da agrobiodiversidade tem sido destacada, tanto pela literatura científica, como por diferentes tratados internacionais.
A diversidade biocultural figura como um componente fundamental na adaptação dos sistemas agrícolas a diferentes tipos de perturbação e na conservação e restauração dos ecossistemas. No Brasil, a diversidade dos sistemas agrícolas, das paisagens e das práticas alimentares encontra-se fortemente ameaçada pelos avanços das grandes monoculturas, da pecuária e dos grandes projetos de desenvolvimento; pelas inúmeras pressões vivenciadas pelos povos do campo, da floresta e das águas na reprodução de seus modos de vida; pela expansão das metrópoles e pelos dispositivos jurídicos de cerceamento ao livre uso da biodiversidade.
Este painel tem por objetivo analisar os desafios relacionados à promoção e proteção da agrobiodiversidade no cenário contemporâneo, com especial atenção à escala territorial, vislumbrando, também, formas de ação coletiva e políticas públicas capazes de salvaguardar a diversidade biológica e cultural dos agroecossistemas.
Painelistas:
Local: quadra do Colégio Estadual Rui Barbosa (veja o mapa)
Esta mesa de debates tem por objetivo aprofundar as conexões existentes entre as diferentes expressões da agroecologia (como ciência, movimento e prática) e as transformações agrárias contemporâneas. Chama-se atenção para a centralidade das formas jurídicas, políticas e sociais que regulam a posse, a propriedade e os usos da terra, nos processos de transição agroecológica.
No Brasil, a exemplo do que ocorre em outros países da América Latina, a adoção, ao longo das últimas décadas, de um modelo de desenvolvimento (neo) extrativista, baseado na exploração intensiva dos recursos naturais, na exportação de commodities agrícolas e minerárias e em um intenso processo de financeirização, reforçou assimetrias de poder e desequilíbrios metabólicos entre países do Norte e países do Sul, desencadeando, também, toda uma série de conflitos socioambientais em nível territorial.
Verifica-se, ainda, a emergência de projetos corporativos e/ou estatais ligados ao “extrativismo verde” e a diferentes formas de colonialismo energético, à medida em que as regiões rurais brasileiras e latino-americanas passam a se inserir em um projeto global de transição energética baseado na eletrificação e na digitalização. Ao examinar os nexos existentes entre agroecologia e questão agrária, o painel busca situar as iniciativas e práticas agroecológicas na economia política das mudanças agrárias e, ao mesmo tempo, avaliar as contribuições presentes e futuras da agroecologia na crítica ao atual modelo de desenvolvimento e no exercício prático de novas formas de convivência com os territórios.
Painelistas:
Ao longo do dia 17, debateremos a construção da agroecologia como ciência, movimento e prática em um contexto de crise climática. Especial atenção será dedicada à construção de redes de conhecimento, capazes de interconectar saberes e práticas na escala dos territórios. Nosso objetivo é repensar os princípios, conceitos e métricas que orientam os debates atuais sobre mudança tecnológica e inovação, mobilizando quadros conceituais e ferramentas metodológicas que vêm sendo exercitados pelo campo agroecológico ao longo das últimas décadas, no esforço por conectar conjunto heterogêneo de situações, saberes e linguagens, estabelecendo pontes entre diferentes experiências e identificando transversalidades.
Local: Tenda Catingueira (veja o mapa)
Este painel busca aprofundar o debate sobre a crise climática e os modos dominantes de organização do sistema agroalimentar, pensando essas relações a partir do cenário nacional. Cabe destacar que, no caso brasileiro, as emissões de gases de efeito estufa estão fortemente associadas aos itens “mudanças no uso da terra” e “produção agropecuária”.
Em 2024, o Brasil apresentou à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) sua nova proposta de Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), assumindo o compromisso de reduzir as emissões líquidas de gases de efeito estufa do país entre 59% e 67% até 2035, em comparação aos níveis de 2005. Uma meta ambiciosa, que deverá exigir a implementação de um amplo conjunto de políticas de adaptação e mitigação.
Cabe indagar, no entanto, que estilos de agricultura, arquiteturas de mercado e modos de apropriação da riqueza serão potencializados nesse processo de transição. E como essas transformações podem aprofundar (ou mitigar) desigualdades e assimetrias de poder previamente existentes considerando diferenciações regionais, de classe, de raça, de gênero e intergeracionais. Entende-se que a construção de uma crítica consistente ao atual modelo de desenvolvimento liderado pelo agronegócio e pelas grandes corporações é um passo necessário na afirmação de caminhos alternativos de transformação socioecológica.
Painelistas:
Local: Auditório Central do Espaço Umbuzeiro Multieventos (veja o mapa)
A construção de interfaces entre diferentes regimes de produção de conhecimentos, mobilizando abordagens disciplinares e transdisciplinares afirmou-se, historicamente, como um elemento fundante da agroecologia. O diálogo de saberes, as metodologias participativas, a reconstrução detalhada da estrutura e funcionamento dos sistemas de agrícolas e extrativista tradicionais, o protagonismo das organizações locais, afirmaram-se como referências importantes na trajetória deste campo do conhecimento.
As discussões previstas para este painel buscam colocar no centro do debate a teoria e prática da pesquisa em agroecologia, a partir de uma abordagem intercultural. Tendo como referência experiências concretas de produção de conhecimentos, construídas em diálogo com diferentes atores sociais, este espaço de debates busca identificar as tensões conceituais e epistemológicas, os desafios metodológicos e as controvérsias político-científicas que emergem em iniciativas concretas de construção de conhecimentos inspiradas pelos princípios da agroecologia.
Painelistas:
Local: Mezanino do Espaço Umbuzeiro Multieventos (veja o mapa)
Diversidade, adaptabilidade e resiliência são algumas das características presentes nos sistemas de produção agroecológicos. Essas propriedades emergem a partir das interações que se estabelecem em nível das unidades produtivas, mas dependem também de toda uma teia de relações sociais e ecológicas, estruturada para além de suas fronteiras, na escala das paisagens e no âmbito do sistema agroalimentar.
Esta mesa de discussões busca refletir acerca dos desafios que estão sendo enfrentados pelos sistemas produtivos manejados com base nos princípios da agroecologia, em tempos de crise climática. Trata-se de avaliar os desafios que estão colocados para esses sistemas, em um contexto marcado por diferentes tipos de instabilidades. Que tipos de problemas estão sendo enfrentados pelos agricultores/as e extravistas no manejo de seus sistemas produtivos nesse novo contexto de mudança climática? As práticas de manejo agroecológico, exercitadas até agora, dão conta desses desafios? Que práticas e conhecimentos se fazem necessários nesse novo cenário? Quais são as principais contribuições dos sistemas produtivos agroecológicos, para o enfrentamento da crise climática?
Painelistas:
Local: Miniauditório 7 do Espaço Umbuzeiro Multieventos (veja o mapa)
A construção de políticas e arranjos de ciência e tecnologia, capazes de promover processos de transformação socioecológica voltados à convivência com os territórios rurais, tem se constituído, historicamente, como uma demanda das redes de agroecologia e movimentos sociais.
Esta mesa tem como foco a construção e implementação de políticas de ciência e tecnologia voltadas à promoção da agroecologia, considerando suas diretrizes, arranjos de implementação e possibilidades de financiamento, tendo como ponto de partida iniciativas já existentes, como os Núcleos de Agroecologia, o recém criado Programa Nacional de Pesquisa e Inovação para a Agricultura Familiar e Agroecologia (PNPIAF) e as experiências de pesquisa desenvolvidas pelas universidades, pela Embrapa e pelas instituições estaduais de pesquisa. Este esforço coletivo de reflexão tem por objetivo qualificar programas e ações públicas que tenham como foco a construção do conhecimento agroecológico.
Painelistas:
Local: Tenda Catingueira (veja o mapa)
A mesa de encerramento tem por objetivo sintetizar, a partir de diferentes perspectivas, aprendizados e reflexões construídos no 13º CBA. Busca revisitar conhecimentos e experiências acumuladas, nesse exercício coletivo de organização coletiva e diálogo de saberes, renovando olhares, caminhos e questionamentos.
Conferencistas:
Nesta 13ª edição do CBA, os 19 eixos temáticos dos Tapiris de Saberes serão apresentados e debatidos em sete espaços diferentes.
As divisões das apresentações e debates dos 2.732 trabalhos e relatos científicos e populares aprovados para o CBA foi realizada por eixo temático. Além disso, os trabalhos em formato vídeo foram reunidos em um só Tapiri, no espaço Umbuzeiro Multieventos. Veja a distribuição dos eixos nesta edição dos Tapiris de Saberes:
QUINTA (16) – 14h às 16h30
Eixo 6 – Salas 8, 21 e 22
Eixo 11 – Salas 23 e 28
SEXTA (17) – 16h às 19h30
Eixo 7 – Salas 1 a 24
SÁBADO (18) – 8h às 12h30
Eixo 13 – Salas 1 a 28
SEXTA (17) – 16h às 19h30
Eixo 7 – Salas Nt1 e Nt2
SÁBADO (18) – 8h às 12h30
Eixo 13 – Salas NT1 e Nt2
QUINTA (16) E SEXTA (17) – à tarde
Apresentações de vídeos
QUINTA (16) – 14h às 16h30
Eixo 4 – Salas 1 a 27
Eixo 19 – Salas 28 a 40
SEXTA (17) – 15h às 18h30
Eixo 3 – Salas 34 a 40
Eixo 9 – Salas 1 a 33
SÁBADO (18) – 8h às 12h30
Eixo 5 – Salas 12 a 20
Eixo 10 – Salas 31 a 38
Eixo 14 – Salas 21 a 30
Eixo 16 – Salas 1 a 11
SÁBADO (18) – 14h às 16h30
Eixo 1 – Salas 15 a 26
Eixo 18 – Salas 1 a 14
Tapiris das Farinhadas
QUINTA (16) – 14h às 16h30
Eixo 8 – Salas 1 a 14
Farinhadas
SEXTA (17) – 16h às 19h30
Eixo 2 – Salas 1 a 11
Eixo 12 – Salas 12 a 17
SEXTA (17) – 16h às 19h30
Eixo 15 – Salas 1 a 10
Farinhadas
SÁBADO (18) – 8h às 12h30
Eixo 17 – Salas 1 a 7
Neste 13º CBA, a Feira da Agrobiodiversidade acontece no mesmo espaço da Feira Saberes e Sabores da Economia Solidária, e vai sediar dois importantes espaços: o Terreiro das Inovações Camponesas e o 7º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores.
O espaço, localizado no campus Juazeiro da Univasf (veja o mapa), almeja a socialização e construção do conhecimento agroecológico, a partir das experiências práticas das guardiãs e guardiões de sementes crioulas, das organizações e movimentos sociais, e das instituições de pesquisa.
O objetivo é reconhecer e valorizar as experiências das guardiãs e guardiões; fortalecer o trabalho em rede sobre o resgate, conservação, produção, multiplicação, armazenamento, gestão e comercialização; e pautar políticas públicas de apoio à estruturação e capacitação no cuidado e conservação da agrobiodiversidade.
A proposta da Feira da Agrobiodiversidade para o 13º CBA é realizar um evento integrado ao 7º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores e ao Terreiro das Inovações Camponesas, com representação de guardiãs e guardiões de sementes em todas as plenárias.
Ao final da programação, você confere uma lista das 58 inovações que serão expostas no Terreiro das Inovações Camponesas, dentre experiências com agroflorestas, beneficiamento de diferentes produções, máquinas e outras tecnologias de apoio à produção agroecológica, além de práticas inovadoras sobre turismo e agroecologia.
Saiba mais: Feira da Agrobiodiversidade terá encontro de guardiãs e guardiões de sementes no 13º CBA
15h às 16h: Roda de diálogo entre expositoras e expositores do Terreiro de Inovações Camponesas
Local: Terreiro de Inovações Camponesas (veja o mapa)
16h às 19h: Abertura do 7º Encontro de Agricultoras e Agricultores Experimentadores e do Terreiro das Inovações Camponesas.
Local: Tenda Catingueira (veja o mapa)
17h30 às 19h: Abertura do Terreiro de Inovações Camponesas
Local: Terreiro de Inovações Campones
14h às 15h: Travessia pelo Terreiro de Inovações Camponesas, com exposição de sementes crioulas, mudas e outros materiais propagativos. Compartilhamento de experiências no campo das sementes crioulas com rotatividade de guardiões e guardiãs da Feira da Agrobiodiversidade.
Local: Terreiro das Inovações Camponesas
15h às 16h: Plenária 1: “Agricultoras e Agricultores Experimentadores, inovação camponesa e produção de alimentos saudáveis e na promoção de segurança e soberania alimentar”, do Encontro de Agricultores Experimentadores, com participação das guardiãs e guardiões da Feira da Agrobiodiversidade.
Local: Tenda Catingueira
16h: Concentração para participação do Ato Público no Dia Mundial da Alimentação.
14h às 16h: Plenária 2: “Inovação camponesa na construção de sistemas resilientes às mudanças climáticas e produção de alimentos”, do Encontro de Agricultores Experimentadores.
Local: Tenda Catingueira
16h: Chegada das pessoas feirantes na Feira da Agrobiodiversidade.
16h às 18h: Travessia pelo Terreiro de Inovações Camponesas
Local: Terreiro de Inovações Camponesas
17h às 19h30: Feira da Agrobiodiversidade, com troca de sementes e saberes entre guardiãs e guardiões de sementes e o público em geral do evento. Momento de microfone aberto para falas e intervenções artísticas.
Local: Feira de Saberes e Sabores e Feira da Agrobiodiversidade
9h às 10h: Diálogo e prática na defesa dos milhos crioulos. Realização de teste de transgenia em milhos crioulos coletados na Feira da Agrobiodiversidade. Divulgação de campanhas contra a contaminação transgênica do milho crioulo.
9h às 10h: Travessia pelo Terreiro de Inovações Camponesas
Local: Terreiro de Inovações Camponesas
10h às 11h30: Plenária 3: Políticas Públicas e Inovações Camponesas
Local: Tenda Catingueira
10h às 12h: Plenária de encerramento e mística do 7º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores, com incidência na carta política integrando pautas do campo da agrobiodiversidade.
Local: Tenda Catingueira
1) Sistema de Bioágua Familiar e Sistema Agroflorestal com enfoque Forrageiro
Nome / Identidade: José Cícero de Souza Cavalcante – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Alagoas
2) Beneficiamento de produtos da biodiversidade da caatinga: Umbu e Ouricuri
Nome / Identidade: Iara Bezerra dos Santos – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Alagoas
3) Produtos feitos com Jabuticaba
Nome / Identidade: Joselton Silva de Lima – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Alagoas
4) Beneficiamento de sementes (moringa)
Nome / Identidade: Florisval Alexandre Costa – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Alagoas
5) Meliponicultura como TS
Nome / Identidade: Marnilda Pereira Sá – Meliponicultora/Pesquisadora
Bioma / Estado: Amazônia – Amazonas
6) Máquina de quebrar o coco babaçu
Nome / Identidade: Renata Silva de Jesus – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Bahia
7) Máquina de extrair óleo de licuri ou babaçu de baixo custo
Nome / Identidade: Renata Silva de Jesus – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Bahia
8) Experiência com sementes crioulas
Nome / Identidade: Josemar Feitosa dos Santos – Agricultor familiar de Fundo de pasto
Bioma / Estado: Caatinga – Bahia
9) Defensivos agroecológicos, naturais ou alternativos no SAF
Nome / Identidade: Lourdizete de Almeida Farias – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
10) Troca de experiência com consórcio do algodão
Nome / Identidade: Antonio Oliveira Maciel – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
11) NAT – Núcleo de Apoio ao Trabalhador
Nome / Identidade: Érica Maria do Nascimento Lourenço – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
12) RAC-SAF (Reuso de Águas Cinza com Sistema Agroflorestal)
Nome / Identidade: Rair Castelo Branco de Melo – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
13) INOVO
Nome / Identidade: Maria Santa da Silva – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
14) Quintal produtivo
Nome / Identidade: Maria de Fátima Pinto da Silva – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
15) RIS – Rede de Intercâmbio de Sementes
Nome / Identidade: Cleide Maria Pereira – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
16) Sistema Agroflorestal (SAF)
Nome / Identidade: Gerlene Silva Freire – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
17) Manejo eficiente de agroecossistemas
Nome / Identidade: Manuelle Santos Góis – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Distrito Federal
18) Micro-horta agroecológica com torre de minhocas
Nome / Identidade: Juarez Alves Martins e Ana Clara Alves Martins – Quilombola, Agricultor urbano
Bioma / Estado: Cerrado – Distrito Federal
19) Medidor de umidade de sementes de Andiroba e Cupuaçu
Nome / Identidade: Daniel Moreno Jiménez – Colaborador do Instituto Invento, que trabalha cocriando tecnologias apropriadas com comunidades agroextrativistas
Bioma / Estado: Cerrado – Distrito Federal
20) Estação de sensoriamento para detecção de fogo em propriedades rurais
Nome / Identidade: Daniel Moreno Jiménez – Colaborador do Instituto Invento, que trabalha cocriando tecnologias apropriadas com comunidades agroextrativistas
Bioma / Estado: Cerrado – Distrito Federal
21) PLANT’ÁGUA
Nome / Identidade: Newton Barboza Campos – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Espírito Santo
22) Espaços produtivos sustentáveis com canteiros suspensos
Nome / Identidade: Francisca Ramos de Sousa – Agricultora familiar, Quilombola
Bioma / Estado: Cerrado – Maranhão
23) Meliponicultura comunitária
Nome / Identidade: Antônio Ilson Bezerra Constantino – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Cerrado – Maranhão
24) Ekonavi
Nome / Identidade: Breno Veiga – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
25) Extrativismo tradicional
Nome / Identidade: Vicentina Bispo de Almeida Corte – Agricultora familiar, Quebradeira de coco babaçu, Geraizeira
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
26) Castanhas cristalizadas ou em conserva
Nome / Identidade: Vicentina Bispo de Almeida Corte – Agricultora familiar, Quebradeira de coco babaçu, Geraizeira
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
27) Barrinha do Cerrado
Nome / Identidade: Vicentina Bispo de Almeida Corte – Agricultora familiar, Quebradeira de coco babaçu, Geraizeira
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
28) Comissão da Juventude
Nome / Identidade: Maria Helena Ferreira Brito Santos – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Minas Gerais
29) Todos Pelo Rio Mosquito
Nome / Identidade: Elton Mendes Barbosa – Agricultor familiar, Catingueiro
Bioma / Estado: Caatinga – Minas Gerais
30) ROMZÃ – Coletivo de Agricultoras e Agricultores Familiares Xakriabá
Nome / Identidade: Adailton Cavalcante Bezerra – Agricultor familiar, Indígena
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
31) Casa da Medicina Xakriabá (CAMETXA): tecendo saberes pela defesa da saúde indígena
Nome / Identidade: Adailton Cavalcante Bezerra – Agricultor familiar, Indígena
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
32) Território – luta pela criação da RDS (Reserva de Desenvolvimento Sustentável)
Nome / Identidade: Joeliza Aparecido de Brito Almeida – Agricultora familiar, Geraizeira
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
33) Produção artesanal de derivados da cana-de-açúcar: gestão familiar e protagonismo juvenil no campo
Nome / Identidade: Joice Cristene Gomes Barbosa – Agricultora familiar, Quilombola
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
34) Canteiros mandala
Nome / Identidade: Clarice Gomes Oliveira – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Minas Gerais
35) Coração das Cavernas: turismo agroecológico de base comunitária como estratégia de defesa da biodiversidade da Área de Proteção das Cavernas do Peruaçu
Nome / Identidade: Nelinda Gonçalves Macedo – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Cerrado – Minas Gerais
36) Agroecologia e Bem Viver em várzea amazônica: caminhos sustentáveis para o fortalecimento da agricultura familiar e a preservação do meio ambiente
Nome / Identidade: Paulo Emil Rodrigues Chaves – Agricultor familiar, Pescador artesanal, Ribeirinho extrativista
Bioma / Estado: Amazônia – Pará
37) Pedal polivalente “Energia da Saúde”
Nome / Identidade: Benedito Augusto Gonçalves do Nascimento – Agricultor familiar, Pescador artesanal
Bioma / Estado: Amazônia – Pará
38) Radiestesia – locação de poços artesianos
Nome / Identidade: Mauricio Luiz Lima da Silva – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
39) Viveiros para juventude camponesa
Nome / Identidade: Maria Aparecida da Silva – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
40) Porca da Felicidade
Nome / Identidade: Adailma Ezequiel Pereira – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
41) Sistema Agroflorestal Familiar (SAF)
Nome / Identidade: Vania da Rocha Oliveira – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
42) Barramento Base Zero – BBZ
Nome / Identidade: Carla de Araújo Silva – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
43) Sistema Agroflorestal Familiar – SAF
Nome / Identidade: Maria Ivoneide Nunes de Oliveira – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
44) Monitoramento de nova raça de milho crioulo
Nome / Identidade: Maria do Carmo Silva – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
45) Tecnologias sociais poupadoras de trabalho
Nome / Identidade: Everaldo do Nascimento – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
46) Rádio Folia – Vozes da Juventude Rural
Nome / Identidade: Ana Beatriz Oliveira Souza – Jovem filha de assentada da Reforma Agrária
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
47) Filtro para biodigestor
Nome / Identidade: Lucas da Silva Santos – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Paraíba
48) Controle de formigas cortadeiras saúva com o uso de calda biológica de citrus com Penicillium sp. e solo cimento
Nome / Identidade: Elzo Nunes Alves – Agricultor familiar, Técnico Agrícola e Engenheiro Agrônomo
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Paraná
49) Metodologia de elaboração de projetos ecoculturais
Nome / Identidade: Soraia Nunes Machado – Agricultora periurbana, agente territorial de cultura, artista e ativista ambiental
Bioma / Estado: Mata Atlântica – São Paulo
50) Lab Ecocultural
Nome / Identidade: Soraia Nunes Machado – Agricultora periurbana, agente territorial de cultura, artista e ativista ambiental
Bioma / Estado: Mata Atlântica – São Paulo
51) Coleta seletiva de resíduos sólidos em grupo de mulheres
Nome / Identidade: Joseane Maria da Silva – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Pernambuco
52) Naturais FD
Nome / Identidade: Adriela Aparecida Dantas – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Piauí
53) Terra Kurandé
Nome / Identidade: Felipe Gomes Garcia Marques – Sacerdote de comunidade tradicional de matriz afroameríndia
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Rio de Janeiro
54) Semeando Esperança no Seridó Potiguar (SEAPAC)
Nome / Identidade: Raianne Kely Lopes de Araújo – Turismóloga e Guia de turismo (filha de agricultores)
Bioma / Estado: Caatinga – Rio Grande do Norte
55) Sítio Alternativo
Nome / Identidade: Geraldo Cândido da Silva – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Minas Gerais
56) Terapias integradas agroecológicas
Nome / Identidade: Gislaine Teixeira de Campos Abreu – Agricultora familiar
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Minas Gerais
57) Implantação de sistema agroflorestal para recuperação de área degradada
Nome / Identidade: Romualdo José de Macedo – Agricultor familiar, Educador do Campo
Bioma / Estado: Mata Atlântica – Minas Gerais
58) Espaço Agroecológico Reino do Sol – Volunturismo Agroflorestal
Nome / Identidade: Nicholas Kevin Gomes Machado – Agricultor familiar
Bioma / Estado: Caatinga – Ceará
1. A Feira da Agrobiodiversidade é uma feira solidária, de caráter não mercantilista, cujo principal objetivo e foco é a realização de troca de sementes e mudas, a propagação da agrobiodiversidade e a partilha de saberes e sabores, buscando o resgate e o fortalecimento dos territórios.
2. Os estandes dos Bancos de Sementes, Movimentos Sociais, guardiãs e guardiões e demais instituições deverão ser ocupados em seu espaço com o percentual mínimo de 70% com sementes crioulas e mudas e poderão ser ocupados no máximo com 30% de outros produtos da agricultura familiar para comercialização beneficiados e derivados como: artesanatos, doces, licores, mel, etc.
2.1: Não será permitida a comercialização de sementes e mudas por nenhum dos estandes da Feira.
2.2: A principal moeda corrente da Feira são as sementes, mudas e outros materiais propagativos.
3. Cada organização ocupante de estande fica responsável de levar seus materiais, sementes e mudas e toalha de chita ou similar para forrar, ornamentar e decorar seu estande.
3.1: É de responsabilidade de cada guardiã e guardião a qualidade e sanidade das sementes que serão expostas, trocadas e partilhadas.
3.2: É importante que tragam suas sementes separadas por variedades, organizadas em recipientes e identificadas pelo nome e data de colheita.
3.3: A comissão organizadora aceitará apenas a troca de sementes crioulas na feira, sendo proibida a entrada de sementes comerciais híbridas, biofortificadas e transgênicas.
4. Cada organização deverá por conta própria identificar o nome do seu estande com banner, bandeira, placa ou cartaz de identificação com o nome da sua organização/instituição. A comissão organizadora da Feira não realizará a identificação de estandes nesta edição do ano de 2025.
5. Os estandes da Feira da Agrobiodiversidade são destinados a troca e/ou doação de sementes e mudas a critério de cada grupo ou organização ocupante do estande. Porém, os estandes devem procurar realizar trocas de sementes mesmo que já possuam a variedade que está sendo oferecida na troca, pois isso contribui com uma nova aquisição de semente por parte da pessoa que está trocando com o grupo do estande.
14h Roda de Conversa: O Pronara que queremos
8h – Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos
14h – Mesa de Lançamento da publicação Cerrado nas Escolas – Trieiro de Saberes dos Cerrados – Um Guia didático sobre o Cerrado nas Escolas e nas Comunidades
8h – Oficina: Denúncias sobre agrotóxicos: rumo a uma estratégia de acompanhamento e respostas em casos de intoxicação
14h – Roda de Conversa: Tribunal popular: os agrotóxicos no banco dos réus, socialização e construção desta ferramenta popular de luta.
16h – Lançamento de Livros (veja a programação completa abaixo)
8h – Avanços em manipulações genéticas e suas implicações sobre a biodiversidade
10h – Impactos dos Agrotóxicos para a Agricultura Familiar
14h – Plenária Aberta da Campanha Contra os Agrotóxicos
Os lançamentos de livros e publicações são uma grande celebração da produção científica, técnica e popular em agroecologia. Neste 13º CBA, celebramos com entusiasmo a pluralidade de vozes, territórios e saberes que se reúnem em cada uma das publicações selecionadas abaixo.
Neste ano, o formato adotado será o de feira literária, valorizando o encontro entre autoras/es, leitoras/es e experiências editoriais diversas. A feira de lançamentos de livros acontece na sexta-feira, 17 de outubro, das 16h às 19h, na Tenda Rachel Carson (veja o mapa).
Para acolher o grande número de obras aprovadas, a programação foi dividida em três blocos de lançamentos, cada um com duração de uma hora, composto por 10 publicações.
Durante cada bloco, as obras estarão expostas em mesas individuais, com a presença de autoras e autores para diálogo com demais participantes.
Para organizar os lançamentos, cada bloco conta com um conjunto de títulos agrupados por eixos temáticos e afinidades de abordagem. Veja a programação abaixo.
Seguimos fortalecendo a agroecologia como ciência, prática e movimento!
1) Escolas Marias: agriculturas urbanas e periurbanas na região metropolitana do Recife
Nome(s) da autoria: Aniérica Almeida; Gabriel Hirata de Lima; Simone Arimatéia
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Região Metropolitana do Recife/PE
Breve apresentação: A Cartilha de Sistematização da Escola Marias é uma publicação do Centro Sabiá (Série Conhecimentos), com relato da experiência de uma escola de agricultura urbana e boas práticas em AU. A formação capacitou 100 estudantes (quatro turmas), utilizando educação popular e conhecimentos agroecológicos, em 05 hortas urbanas e periurbanas. Link
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 01 – Agriculturas Urbanas
2) Arando a terra e semeando a história do quilombo Cafundá Astrogilda-RJ: o lugar da agricultura no cotidiano da comunidade
Nome(s) da autoria: Elaine de Jesus dos Santos; Cristhiane Oliveira da Graça Amâncio
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Juazeiro-BA / Nordeste
Breve apresentação: Amplia a compreensão da agricultura urbana em comunidades quilombolas, articulando agroecologia e resistência quilombola. Discute ancestralidade, identidade coletiva, saberes territoriais e abordagens sustentáveis, defendendo políticas públicas voltadas a esses grupos.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 02 – Ancestralidades, terra e território
3) Luanda e as folhas sagradas do quintal de vovó
Nome(s) da autoria: Thiago Leandro da Silva Dias; Rogerio Santos Souza
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: Feira de Santana (BA)
Breve apresentação: Narrativa infantojuvenil sobre Luanda e sua avó Lueji, que guarda folhas sagradas usadas em rezas, infusões, banhos e defumações. Aborda racismo religioso, musicalidade e diáspora, valorizando ancestralidade africana e educação antirracista.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 02 – Ancestralidades, terra e território
4) Histórias de Quarta
Nome(s) da autoria: Ana Lua
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Paulo Afonso – Bahia
Breve apresentação: Livro de minicontos e causos baseado na oralidade e na memória biosociocultural baiana, escrito em “pretuguês”. Valoriza biodiversidade, modos de vida, tradições, ecologia, religiosidades, mitos e folclore.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 03 – Arte, Cultura, Comunicação Popular, Mídias Sociais e Agroecologia
5) Atlas da Amazônia Brasileira
Nome(s) da autoria: Coletânea (32 artigos; 58 autores). Organização da edição brasileira: Julia Dolce; Marcelo Montenegro; Regine Schönenberg. Conselho Editorial: Aiala Colares; Angela Mendes; João Paulo Barreto (Tukano); José Heder Benatti; Karina Penha; Kátia Brasil; Elaíze Farias; Marcela Vecchione.
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Amazônia
Breve apresentação: Coletânea didática com história, ecossistemas indígenas, diversidade linguística, impactos de megaempreendimentos, desigualdades do modelo de commodities e desafios urbanos; visões de futuro envolvendo agroecologia, juventude e resistências. Link
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 04 – Biodiversidade e conhecimentos das/os Agricultoras/es, Povos e Comunidades Tradicionais
6) Nas Trilhas do Licuri
Nome(s) da autoria: Fredson Rodrigues de Araújo
Ano de publicação: 2023
Local / região / território: Serrolândia/BA
Breve apresentação: Cordel que enfatiza a biodiversidade da cultura do licuri no Semiárido e suas relações com populações locais e agroecossistemas.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 04 – Biodiversidade e conhecimentos das/os Agricultoras/es, Povos e Comunidades Tradicionais
7) Sementes Crioulas: Resiliência Produtiva e Adaptação às Mudanças Climáticas
Nome(s) da autoria: Victor Leonam Aguiar de Moraes; Paola Hernandes Cortez Lima
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: Juazeiro–BA; Território de Identidade Sertão do São Francisco
Breve apresentação: Sistematiza a “Rede de Sementes Crioulas” do Pró-Semiárido: formação, SARs, canteiros da agrobiodiversidade e fortalecimento de guardiões. Resultados: 89 guardiões doaram sementes para 1.001 famílias, circulação de 123 variedades e maior resiliência climática.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 04 – Biodiversidade e conhecimentos das/os Agricultoras/es, Povos e Comunidades Tradicionais
8) Sementes da Paixão: manejo da agrobiodiversidade na Borborema
Nome(s) da autoria: Emanoel Dias da Silva; Maria Christine Werba Saldanha
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Esperança / Território da Borborema – Paraíba
Breve apresentação: Ecologia de saberes em defesa das sementes crioulas: resgate e proteção do milho crioulo frente a OGMs; diversidade de feijões; experiências com batatinha e erva‑doce; BSCs; circuitos curtos (CoopBorborema) e incidência em políticas públicas de sementes.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 04 – Biodiversidade e conhecimentos das/os Agricultoras/es, Povos e Comunidades Tradicionais
9) Agroecologia em Assentamentos da Baixada Fluminense: resistência camponesa nas margens da metrópole
Nome(s) da autoria: Igor Simoni Homem de Carvalho
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Baixada Fluminense – RJ
Breve apresentação: Reúne pesquisas sobre quatro assentamentos (Mutirão Eldorado, Mutirão Sol da Manhã, Campo Alegre e Terra Prometida), destacando experiências agroecológicas, comercialização, desafios e caminhos para fortalecer a agroecologia.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 05 – Campesinato, Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional
10) Danos dos Agrotóxicos na Saúde Reprodutiva
Nome(s) da autoria: Lia Giraldo da Silva Augusto; Marla Fernanda Kuhn; Geraldo Lucchese; Luiz Antoni Dias Quiterio (orgs.)
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: Rio de Janeiro / Brasil
Breve apresentação: Dossiê da pesquisa “Saúde Reprodutiva e nocividade dos agrotóxicos”, evidenciando relações entre exposição e doenças/agravos em mulheres, homens e crianças; reforça a necessidade de sistemas agroalimentares agroecológicos.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 06 – Contra os Agrotóxicos e Transgênicos
11) Multifuncionalidade da Agricultura Familiar: A Sustentabilidade Autoria: Fábio Frattini Marchetti, Paulo Eduardo Moruzzi Marques (org.), GT de Sistemas Agroalimentares da ABA-Agroecologia
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: São Paulo
Breve apresentação: A obra reúne 15 capítulos que analisam o papel da agricultura familiar na construção de sistemas agroalimentares sustentáveis, articulando dimensões sociais, econômicas e ambientais. Produzido por pesquisadoras/es do Grupo Agremal (Esalq/Cena/USP) e de outras instituições, o livro dialoga com a agroecologia a partir de experiências e políticas públicas que promovem justiça social, climática e ecológica. Finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico 2025, na categoria Ciências Agrárias e Ambientais.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 07 – Construção do Conhecimento Agroecológico
1) 1) Pró-Semiárido: Agroecologia e Comunicação Dialógica com a Agricultura Familiar Camponesa
Nome(s) da autoria: Carlos Henrique de Souza Ramos
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: Salvador – BA
Breve apresentação: Mostra como a agroecologia contribuiu na implementação do Pró-Semiárido, com ferramentas de A&A da transição agroecológica e criação do NEACS envolvendo técnicos e camponeses.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 07 – Construção do Conhecimento Agroecológico
2) ProforEXT: Programa Nacional de Formação em ATER para Assentamentos de Reforma Agrária e Contribuições para a Agenda 2030
Nome(s) da autoria: Flávio Castro da Silva; Ana Cláudia de Lima Silva; Camila Traesel Schreiner; Daniel Palma Perez Braga; Josenildo de Souza e Silva (orgs.)
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Nacional – CEGRAF/UFG – Goiânia
Breve apresentação: Obra digital construída a muitas mãos. O ProforEXT integra 16 IES, ações em 90+ assentamentos em todas as regiões do país, com foco em formação ATER agroecológica e políticas públicas.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 07 – Construção do Conhecimento Agroecológico
3) Vozes da Agricultura Ecológica 3
Nome(s) da autoria: Laércio Meirelles
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Rio Grande do Sul
Breve apresentação: Histórias de famílias agricultoras ecologistas, suas motivações, desafios e caminhos trilhados.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 07 – Construção do Conhecimento Agroecológico
4) Educação do Campo, Agroecologia e Mineração nas práticas de ensino dos Semeadores do Jequi
Nome(s) da autoria: Anielli Fabiula Gavioli Lemes; Helder de Moraes Pinto; Vitoria Cristina Alves (orgs.)
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Vale do Jequitinhonha – MG
Breve apresentação: Sistematiza unidades curriculares do Tempo Comunidade (LEC‑UFVJM) com EFAs e movimentos populares; discute mineração, agroecologia e materiais com potencial para educação básica.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 09 – Educação em Agroecologia
5) Rosa do Deserto Florida e Sem Praga: o manual do cultivo saudável
Nome(s) da autoria: Thais Menolidi; Moyses Avelino
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Juazeiro‑BA; Território Sertão do São Francisco
Breve apresentação: Manual prático fruto de uma década de cultivo agroecológico da espécie Adenium obesum, oferecendo alternativas sem agrotóxicos e centradas no manejo sustentável do ambiente e da planta.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 09 – Educação em Agroecologia
6) Tecendo deslocamentos: Relações de gênero, práticas produtivas e organizativas entre trabalhadoras rurais (Editora 7 Letras)
Nome(s) da autoria: Rodica Weitzman
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Rio de Janeiro – RJ
Breve apresentação: Estudo etnográfico sobre deslocamentos “para dentro” dos espaços de trabalho, militância e organização no campo agroecológico; negociações familiares e sindicais; trajetórias de mudança. Inclui apresentação de Emma Siliprandi.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 10 – Gênero, Feminismos e Diversidades na Construção Agroecológica
7) Sementes da resistência: mulheres agricultoras construindo territórios livres
Nome(s) da autoria: Fernanda Savicki de Almeida; Marina Augusta Tauil Bernardo
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: RJ / AL / PE / PB
Breve apresentação: Publicação da pesquisa ABA + Fundação Heinrich Böll (encerrada em 2024), com histórias de vida de mulheres que articulam territórios e quintais produtivos agroecológicos.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 10 – Gênero, Feminismos e Diversidades na Construção Agroecológica
8) Somos todas margaridas
Nome(s) da autoria: Vilenia Aguiar
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Rio de Janeiro
Breve apresentação: Pesquisa sobre a Marcha das Margaridas 2011, refletindo construção do sujeito político e impactos, incluindo o anúncio da PNAPO (2012).
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 10 – Gênero, Feminismos e Diversidades na Construção Agroecológica
9) Tecendo Redes de Economia Solidária com Mulheres Rurais: Por melhor qualidade de vida no campo
Nome(s) da autoria: Seonária Costa Santana
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Mutuípe‑BA / Território de Identidade Vale do Jiquiriçá
Breve apresentação: Pesquisa sobre trajetórias de mulheres vinculadas à COOPEIPE e à economia solidária como via de autonomia e transformação social no campo.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 10 – Gênero, Feminismos e Diversidades na Construção Agroecológica
10) Histórias para encantar Diop
Nome(s) da autoria: Hegair das Neves Pereira; Diop Sondai Neves Albuquerque
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: Comunidade Quilombola de Mari, Palmas de Monte Alto‑BA (Território Sertão Produtivo)
Breve apresentação: Cinco narrativas infantojuvenis que resgatam tradição oral, ancestralidade africana e relações comunitárias, fortalecendo consciência socioambiental crítica desde a infância.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 11 – Infâncias e Agroecologia
11) Aprendizados com a vida: o Projeto AVACLIM visibilizando a agroecologia nos semiáridos do mundo – O caso brasileiro
Nome(s) da autoria: Laeticia Medeiros Jalil (org.); José Nunes da Silva (org.)
Ano de publicação: 2023
Local / região / território: Petrolina e Ouricuri/PE – Juazeiro/BA
Breve apresentação: Experiência brasileira do Projeto AVACLIM, articulando ciência e prática para fortalecer resiliência em regiões áridas, influenciar políticas públicas e consolidar a agroecologia frente às mudanças climáticas.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 07 – Construção do Conhecimento Agroecológico
1) A Resistência do Campesinato da Floresta na Resex Alto Juruá e PAE Triunfo/Porangaba no Estado do Acre: Produção Agroecológica e o PNAE
Nome(s) da autoria: Victor Souza Jorqueira
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Rio Branco/AC – Território Amazônico
Breve apresentação: Pesquisa de mestrado que analisa a resistência do campesinato da floresta via agroecologia e impactos do PNAE frente ao histórico de ocupação do capital na Amazônia.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 14 – Políticas Públicas e Agroecologia
2) Coleção – ATER Agroecologia: semeando e colhendo – Sistematização das experiências
Nome(s) da autoria: Edvalda Pereira Torres Lins Aroucha; Maurício Lins Aroucha; Bruna Vieira de Souza; Bruna Graziela Cordeiro dos Santos; Eliane Maria de Souza Nogueira; Fabio del Monte Cocozza
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: Bahia
Breve apresentação: Coleção que sistematiza experiências de ATER Agroecológica (Chamadas SDR/BAHIATER), com cerca de 20 entidades parceiras. Destaca protagonismo feminino, SAN, circuitos curtos, SAFs, tecnologias sociais e educação agroecológica. Link 1 | Link 2 | Link 3 | Link 4
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 14 – Políticas Públicas e Agroecologia
3) Coleção de Cadernos “Estações de Monitoramento de Políticas Públicas no Semiárido Brasileiro”
Nome(s) da autoria: Rede ATER Nordeste de Agroecologia
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Nordeste
Breve apresentação: 12 estudos de caso do projeto “Cultivando Futuros”, com organizações de seis estados (BA, CE, PB, PE, RN, SE), visando fortalecer incidência política e transformar sistemas alimentares Brasil–Alemanha.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 14 – Políticas Públicas e Agroecologia
4) Estações de Monitoramento de Políticas Públicas no Semiárido Brasileiro
Nome(s) da autoria: Rede ATER Nordeste de Agroecologia
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Nordeste
Breve apresentação: Publicação do projeto “Cultivando Futuros” (AS‑PTA; Rede ATER Nordeste; Pão para o Mundo/BMEL). Registro de cooperação internacional e soluções locais para desafios globais.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 14 – Políticas Públicas e Agroecologia
5) Territórios Saudáveis e Sustentáveis na região do Semiárido Brasileiro
Nome(s) da autoria: Mariana Olívia Santana dos Santos; André Luiz Dutra Fenner; Juliana Wotzasek Rulli Villardi; José Erivalo Gonçalves; Aline do Monte Gurgel; Idê Gomes Dantas Gurgel; Jorge Mesquita Huet Machado
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: São Paulo
Breve apresentação: Sistematiza conceitos e experiências do Projeto TSSS (Fiocruz–Funasa, 2016–2019), integrando saúde, ambiente e desenvolvimento social; propõe metodologias e indicadores para vigilância participativa em saúde.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 15 – Saúde e Agroecologia
6) Coleção Agroecologia Familiar
Nome(s) da autoria: Ferreira, Jorge Leandro Delconte; Rupp, Luísa Millan; Bassette, Juliane; Almeida, Guilherme Krenski; Durso, Jhonathan Solochinski; Costa, Carolline Pereira da; Fiorin, Danilo Cadedo; Gomes, Brenda Dheine da Silva
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Campo Mourão – PR
Breve apresentação: Coleção (7 volumes) resultante de projetos de extensão UNESPAR + UEM (2023–2025) com metodologias participativas e agricultores (associação/cooperativa – MST). Aborda gestão, economia solidária e comercialização (inclui vendas online e cestas).
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 16 – Sistemas Agroalimentares e Economia Solidária
7) Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar: a Promoção da Saúde e os Sistemas Agroalimentares Saudáveis, Sustentáveis e Solidários
Nome(s) da autoria: André Luiz Dutra Fenner; Fátima Cristina Cunha Maia Silva; Missifany Silveira; Camila Gomes; Iracema Ferreira de Moura; Allan Razera; Iorrana Lisboa Camboim; Claudiana Guedes de Jesus; Alfredo da Costa Pereira Júnior; Gabriel Salles Maria de Macedo Rego; Gabriel Cunha Maia Silva
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: São Paulo
Breve apresentação: Integra agroecologia, saúde, trabalho, SAN e sustentabilidade, apresentando 49 experiências pelo Brasil e sistematizando aprendizados para orientar ações futuras.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 16 – Sistemas Agroalimentares e Economia Solidária
8) El cuidado de los comunes en la transición ecológica justa: aprendizajes a partir de comunidades campesinas e indígenas de América Latina
Nome(s) da autoria: Amira Apaza; Denis Monteiro; Carmelo Peralta; Walter Prysthon; Paulo Petersen
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: La Paz – Bolívia
Breve apresentação: Pesquisa‑ação (Bolívia, Brasil, Colômbia, Peru) que resgata experiências comunitárias e demonstra a vigência dos bens comuns como base de reprodução social/ecológica e de mudança socioecológica.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 17 – Transições Agroecológicas para a Convivência nos Territórios
9) Sisteminha Adaptado: Um Caminho Pedagógico para a Agroecologia e a Educação do Campo
Nome(s) da autoria: Karla Dias Lopes Caetano
Ano de publicação: 2025
Local / região / território: Veranópolis/RS
Breve apresentação: Experiência da família Caetano (Assentamento São Vicente – Flores de Goiás) na adaptação do Sisteminha Embrapa às realidades locais, articulando produção agroecológica, saberes camponeses e práticas educativas.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 17 – Transições Agroecológicas para a Convivência nos Territórios
10) Superação da pobreza rural no semiárido brasileiro: a trajetória do Projeto Dom Hélder Câmara
Nome(s) da autoria: Antonio Gomes Barbosa; Arilson Favareto; Carlos Henrique de Souza Ramos; Cesar Favarão; Cristiana Tristão Rodrigues; Dênis Antônio da Cunha; Elizângela Aparecida dos Santos; Emmanuel Bayle; Fabricio Bianchini; Fernando Curado; Hardi Vieira; Iorrana Lisboa Camboim; Janine Melo; Lais Rosa Oliveira; Lidiane Samara da Silva; Luciana de Oliveira Miranda; Marcelo José Braga; Marcelo Miná Dias; Maria da Conceição Dantas Moura; Mario Lucio Ávila; Ludgero Cardoso Galli Vieira; Mauro Eduardo DelGrossi; Mireya Valencia Perafán; Paola Hernandez Cortez Lima; Patrícia de Lucena Mourão; Reinaldo José de Miranda Filho; Rosimere Miranda Fortini; Vahíd Vahdat
Ano de publicação: 2024
Local / região / território: UFV – Viçosa/MG
Breve apresentação: Sistematiza o conhecimento sobre superação da pobreza no semiárido e os 20 anos do Projeto Dom Hélder Câmara, com participação de 28 pesquisadoras/es de diferentes instituições.
Vínculo com eixos temáticos do CBA: Eixo 18 – Inovações Camponesas e Tecnologias Sociais promovendo agroecologia
As atividades autogestionadas são um espaço especial dentro do Congresso Brasileiro de Agroecologia que abre caminho para que participantes, organizações e instituições proponham vivências formativas e reflexivas, ampliando o diálogo e fortalecendo a construção coletiva da Agroecologia.
Nesta 13ª edição do CBA, serão realizadas 124 atividades autogestionadas, como rodas de conversa, seminários, oficinas, exposições, capacitações, vivências, dentre outras.
Que estas atividades fortaleçam as redes de saberes, práticas e afetos que dão vida à Agroecologia!
Neste 13º CBA, a Cozinha das Tradições homenageia uma mulher símbolo de resistência. Tia Liquinha, quilombola centenária de Várzea Queimada (BA), dedicou a vida à luta pela terra, pela liberdade e pela valorização da cultura de seu povo. Sua trajetória inspira o espaço, que busca preservar memórias e modos de fazer que atravessam gerações.
Nesta edição, o foco é a culinária do Semiárido, região que sedia o evento pela primeira vez. O público poderá conhecer pratos como fava no coco, bode muqueado ao leite de licuri, galinha assada pra leilão, pirão de carneiro, amala de Xangô e beiju tradicional, entre outras receitas que carregam histórias de povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e comunidades rurais de todo o Brasil.
16h30 – Roda de conversa: A saúde dos Povos de Terreiro e Quilombolas – Sônia Ribeiro e Ioná Pereira
17h30 – Mística de abertura da Tenda – Povos de Terreiro e Povos Tradicionais
8h30 – Acolhimento e marcação dos atendimentos
9h – Início dos atendimentos com práticas terapêuticas e de cuidados
9h – Como a prática de Yoga pode contribuir com a consolidação do conhecimento da área ambiental? – Sofia Correia – Petrolina/PE | Obs.: Os praticantes devem levar seu próprio tapete ou cangas para prática.
12h30 – Encerram-se os atendimentos
12h30 às 14h – A tenda estará fechada para almoço
14h – OFICINA: Alinhamento de Coluna por método popular – Walmir de Oliveira (Seu Vavá – MST)
16h – RODA DE DIÁLOGO: Muvúka: “Agroecologia e saúde mental na experiência da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) – Nathália Mesquita (Secretaria de Agricultura Urbana/Prefeitura do Recife); Bárbara Cabral (Psicologia/Univasf); Naíde Teodósio (CAAPS – Fiocruz/PE)
8h30 – Acolhimento e marcação dos atendimentos
9h – Início dos atendimentos com práticas terapêuticas e de cuidados
12h30 – Encerram-se os atendimentos
12h30 às 14h – A tenda estará fechada para almoço
14h – OFICINA: Já tomou um chá? Memórias afetivas do uso das plantas medicinais – Crisângela Elen (GT de Saúde da ABA/ Auê/ Bilongaria)
15h – DECOLONIALIDADE DO CUIDADO: uma ciranda de saberes, um manifesto pela vida! – Maria Eduarda Spencer (Rede Nacional de Médicos e Médicas Populares) e Joelson Santos (MST/Rede Nacional de Médicos e Médicas Populares)
16h – RODA de raizeiras: Agroecologia, Saberes da Caatinga e Bioeconomia – Ilaíde Carvalho (Encontro de Saberes da Caatinga); Ariane Medeiros (Encontro Saberes da Caatinga); Silvanete Benedito (Agrodóia/Encontro de Saberes da Caatinga); Socorro Soares (Fiocruz Brasília).
8h30 – Acolhimento e marcação dos atendimentos
9h – Início dos atendimentos com práticas terapêuticas e de cuidados
10h – VIVÊNCIA: “Corpo-Terra: Reconexão e Pertencimento” – Janaína Rocha (Espaço Integrar – Petrolina/PE)
12h30 – Encerram-se os atendimentos
12h30 às 14h – A tenda estará fechada para almoço
14h – Mística de encerramento da Tenda
Dias de funcionamento: 16 a 18 de outubro de 2025.
Local: Centro de Convivência – Univasf, Campus Juazeiro (BA) (clique aqui para ver o mapa do CBA).
Horário: das 8h30 às 17h30, com intervalo entre 12h e 14h. No dia 16/10, a Ciranda funciona das 8h30 às 16h, com intervalo entre 12h e 14h.
Faixa etária atendida: 0 a 12 anos.
Inscrições e credenciamento: realizadas previamente por formulário eletrônico e no dia 15/10, das 8h às 14h.
Alimentação: lanches saudáveis da agricultura familiar e água disponível durante todo o dia.
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Dias 16, 17 e 18 de outubro de 2025, em Juazeiro (BA)
“Cinema é a arte do ajuntamento” – Adélia Sampaio
Local: Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
8h às 8h05: Acolhida 3° Ficaeco. Kleber Xukuru, Micaelle Xukuru – Povo indígena Xukuru
8h05 às 8h50: Apresentação Cultural Peça de Teatro – Notícias do Dilúvio – Um canto a Canudos. Grupo Teatral: Cia Biruta de Teatro/Petrolina (PE).
9h às 9h20: Abertura do 3° Ficaeco.
Apresentação: Kleber Xukuru – Povo Xukuru; e Dagmar Talga – 3° Ficaeco.
Saudações:
9h20 às 9h25:
Apresentação: Kleber Xukuru – Povo Xukuru; e Dagmar Talga – 3° Ficaeco.
Saudação:
9h25 às 11h30: Exibição de filmes da Mostra Abya Yala e Mostra Opará.
Direção: Luciano Peixinho Campos. Doc. 39’. 2025. Pernambuco. Brasil. Livre.
Direção: Chico Egídio. Doc. 15’. 2011. Pernambuco. Brasil. Livre.
Direção: Sóllon Rodrigues. Ficção. 17’. 2024. São Paulo. Brasil. 10 anos.
Direção: Deivid Osborges e Jota Arantes. Ficção. 22’. 2025. Minas Gerais. Brasil. Livre.
Direção: Alex Ribondi, Ricardo Makoto. Animação. 17’. 2024. Distrito Federal. Brasil. Livre.
11h30 às 11h50: Apresentação dos/as realizadores/as e personagens dos filmes.
11h50 às 12h: Entrega das Estatuetas do 3° Ficaeco – Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru, produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione:
Local: Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
14h às 14h05: Acolhida do 3° Ficaeco: Juvana Xakriabá – Povo Xakriabá/MG.
14h05: Apresentação: Juvana Xakriabá – Povo Xakriabá/MG; Dagmar Talga – 3° Ficaeco.
14h10 às 17h: Exibição de filmes da Mostra Abya Yala e Mostra Opará.
Direção: Marina Fasanello, Marcelo Tingui, Kleber Xukuru, Marcelo Firpo. 14’36”. Rio de Janeiro. Brasil. Livre.
Direção: Ana Rieper. Doc. 80’. 2025. Rio de Janeiro. Brasil. 10 anos.
Direção: Uilma Queiroz. Doc. 80’. 2023. Pernambuco. Brasil. Livre.
17h às 17h20: Apresentação dos/as realizadores/as e personagens dos filmes.
17h20 às 17h30: Entrega das Estatuetas do 3° Ficaeco – Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru, produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione:
Local: Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
19h às 19h05: Apresentação Cultural Indígena.
19h05 às 19h10: Acolhida do 3° Ficaeco.
19h10 às 19h30: Entrega e Celebração da Estatueta Ana Primavesi (Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru – Feminina), produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione, as Homenageadas e Homenageados do 3° Ficaeco.
Homenageadas/os e Celebradas/os:
19h30 às 21h10: Exibição de filmes da Mostra Abya Yala e Mostra Opará.
Direção: Francisco Kulina, Daima Kulina, Thayná Ferraz, Alice Riff. Doc. 75’. 2025. Acre. Brasil. Livre.
Direção: Dayse Amaral Dias. Ficção. 28’56”. 2025. Minas Gerais. Brasil. Livre.
21h10 às 21h20: Apresentação dos/as realizadores/as e personagens dos filmes.
21h20 às 21h30: Entrega das Estatuetas do 3° Ficaeco – Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru, produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione:
21h10 às 21h20: Debate.
Mediação: Fernanda Kaingáng – Povo Kaingáng/Funai – MT.
Local: Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
8h às 8h05: Acolhida do 3° Ficaeco.
8h05 às 8h35: Apresentação Cultural – Peixe Vivo, Palavra Viva: WILL – Contador de Histórias de tradição oral ribeirinha.
8h40 às 11h: Exibição de filmes da Mostra Abya Yala e Mostra Opará.
Direção: Luana Flores. Ficção. 7’. 2024. Paraíba. Brasil. Livre.
Direção: Rodolpho Pinotti. Animação. 15’. 2024. São Paulo. Brasil. Livre.
Direção: Silvana Beline. Doc. 25’. 2025. Goiás. Brasil. Livre.
Direção: João Dorneles. Experimental. 06’27”. 2025. Goiás. Brasil. Livre.
Direção: Dayse Amaral Dias. Ficção. 15’. 2025. Rio de Janeiro. Brasil. Livre.
Direção: Kujãesage Kaiabi, Ewa Kaiabi, Ukaraiup Kaiabi, Reai’i Kaiabi, Rywa Kaiabi, Juirua Kaiabi, Alex Marewi Juruna, Iremaki Kaiabi. Doc. 25’31”. 2025. Rio de Janeiro. Brasil. Livre.
Direção: Renata Freitas Machado. Doc. 19’. 2025. Rio de Janeiro. Brasil. Livre.
Direção: Bruna Lessa. Ficção. 19’. 2025. São Paulo. Brasil. Livre.
Direção: Raquel Cardozo. Doc. 12’34”. 2025. Rio Grande do Norte. Brasil. Livre.
11h15 às 11h30: Apresentação dos/as realizadores/as e personagens dos filmes.
11h30 às 12h: Entrega das Estatuetas do 3° Ficaeco – Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru, produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione:
Local: Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
14h às 14h05: Acolhida do 3° Ficaeco:
14h05 às 17h15: Exibição de filmes da Mostra Abya Yala e Mostra Opará.
Direção: Zefel Coff. Doc. 6’37”. 2023. Distrito Federal. Brasil. Livre.
Direção: Jorge Naxima Huni Kuĩ, Maria de Fátima Pai Huni Kuĩ, Thayná Ferraz, Alice Rif. Doc. 72’. Acre. Brasil. Livre.
Direção: Dayse Porto. Doc. 70’. 2025. Bahia. Brasil. Livre.
Direção: Rodrigo Ponichi. Doc. 9’36”. Distrito Federal. Brasil. Livre.
Direção: Dani Eizirik. Doc e animação. 15’. 2022. México / Brasil. Livre.
Direção: Nereo Zago, Pedro Biondi e Renata Perrone. Animação. 14’40”. 2025. Brasil. Livre.
17h às 17h20: Apresentação dos/as realizadores/as e personagens dos filmes.
17h20 às 17h30: Entrega das Estatuetas do 3° Ficaeco – Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru, produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione:
Local: Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
19h05 às 19h10: Acolhida do 3° Ficaeco.
19h10 às 19h20: Homenagem/celebração ao Cineasta Sílvio Tendler.
Realização: 3º Ficaeco/CBA; Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida; Núcleo de Ecologias e Encontros de Saberes para a Promoção Emancipatória da Saúde (Neepes/Cesteh/ENSP/Fiocruz).
19h20 às 21h20: Exibição de filmes da Mostra Abya Yala e Mostra Opará.
Direção: Pâmela Peregrino. Animação. 6’31”. 2025. Bahia. Brasil. Livre.
Direção: Leo Bello. Ficção. 15’. 2025. Distrito Federal. Brasil. Livre.
Direção: Leandro Afonso. Ficção. 23’. 2025. Bahia. Brasil. 12 anos. Livre.
Direção: Kamikia Kisedje e Fred Rahal. Doc. 31’. 2025. Mato Grosso. Brasil. Livre.
Direção: Alan Schvarsberg. Doc. 21’. 2025. São Paulo. Brasil. Livre.
Direção: Isabela Alves, Isabella Milena. Doc. 21’. 2025. São Paulo. Brasil. Livre.
21h20 às 21h25: Apresentação dos/as realizadores/as e personagens dos filmes.
21h25 às 21h30: Entrega das Estatuetas do 3° Ficaeco – Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru, produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione:
21h30 às 21h40:
Saudações:
21h40 às 21h45: Leitura da carta Final do 3° Ficaeco – Murilo Mendonça Oliveira de Souza.
21h45 às 22h: Saudações:
Local: Espaço Cultural Janela 353 – Café de Bule – rua Antônio de Santana Filho, nº 353, Centro, Petrolina (PE).
18h às 18h05: Acolhida do 3° Ficaeco e Espaço Cultural Janela 353.
18h05 às 20h05: Exibição de filmes da Mostra Abya Yala e Mostra Opará.
Direção: Guilherme Bacalhao. Ficção. 99’. 2024. Distrito Federal. Brasil.
Direção: Ellen Morais. Doc. 15’. 2025. Paraíba. Brasil. Livre.
Direção: Bruno Araujo. Ficção. 11’6”. 2025. Pernambuco. Brasil. Livre.
20h05 às 20h10: Entrega das Estatuetas do 3° Ficaeco – Cosmologia Xukuru, idealizado pelo Povo Xukuru, produzido pelo Artista plástico Felipe Corcione:
20h10 às 21h: Debate
Horário: 15h às 17h30.
Local: Mini auditório do Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
MESA 1: O Cinema e a convivência com os territórios brasileiros.
Mediação: Ana Cláudia Lima – Professora e Pesquisadora/UFRPE.
Coordenação: Murilo Mendonça Oliveira de Souza – Professor e Pesquisador PPGEO/UEG.
Horário: 9h às 11h30.
Local: Mini auditório do Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA)
MESA 2: Agroecologia e interculturalidades: denúncias, anúncios e celebrações dos territórios a partir do Cinema.
Mediação: Micaelle Xukuru – Povo Xukuru – AL.
Coordenação: Murilo Mendonça Oliveira de Souza – Professor e Pesquisador PPGEO/UEG.
Horário: 15h às 17h30.
Local: Mini auditório do Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA).
MESA3: Territórios insurgentes na construção do bem viver e do audiovisual.
Mediação: Fernanda Savicki – Fiocruz/CE, ABA.
Coordenação: Murilo Mendonça Oliveira de Souza – Professor e Pesquisador PPGEO/UEG.
Horário: 14h às 18h.
Local: Mini auditório do Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA).
Oficina de Celumetragem (Celular + Cinema) no Ficaeco
Oficineiros/as:
Local: Centro de Cultura João Gilberto – rua José Petitinga, 354, Santo Antônio, Juazeiro (BA).
Datas e horário: dias 16 e 17 de outubro, das 8h às 22h.
1 – Sonhadário Urbano: Imaginar Cidades no Cerrado
Proponente: Nayara Gonçalves – Mestranda PPGEO | UEG.
A proposta se apresenta como produção cultural em formato de desenho digital desenvolvido sobre superfície plana. As peças produzidas são resultado de uma pesquisa que observa o cenário de sujeitos indígenas vivendo em contexto urbano na Cidade de Goiás – GO e retratam uma realidade utópica para a cidade. Enquanto urbanista, mestranda em geografia, tenho um lugar imaginativo que ainda é só meu e que chamo de “sonhadário urbano”. Nesse lugar, a proposta é imaginar cidades no Cerrado. O ato de planejar é antecedido pela ação de imaginar e uma das limitações do planejamento é a capacidade imaginativa de quem planeja. Quando imagino uma Cidade de Goiás do futuro, ela ainda é uma cidade de memória, uma cidade contadora de histórias, porém que versa sobre narrativas outras que extrapolam a que foi deixada pelo colonizador. Uma cidade não pode ser vista apenas como um amontoado de estruturas morfológicas, tipológicas, conjuntos edilícios. Como já disse Milton Santos, elas são sobreposições de camadas físicas, técnicas e sociais. A Cidade de Goiás que idealizo no futuro é uma cidade patrimônio, com políticas públicas e educação de base voltadas à educação patrimonial com formação intercultural e multiétnica.
2 – Viver Natureza: Exposição de Pinturas
Proponente: Ygas Eloy – Artista/Juazeiro – BA.
Artista Plástico, Restaurador, Cenógrafo e Figurinista com 56 anos de atividade expôs seus trabalhos na 15ª Bienal de São Paulo, na Eco 92, no Rio de Janeiro, Liverpool, Londres, Salvador, Feira de Santana, Curacá, Riacho Seco, Petrolina e Juazeiro. Suas obras de restauração encontram-se registradas em Salvador, na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, Igreja da Ajuda, Câmara Municipal de Salvador, Faculdade de Medicina e Casa de Angola, no Centro Histórico; Em Cachoeira-BA, Na Igreja da Ordem Terceira de Cachoeira. Cenografou o Balé do Teatro Castro Alves, Mobilização TCA, Balé Rural, Mulheres dos Deuses, O Silêncio de Jean Spence, O Pequeno Príncipe, Eu Chovo Tu Choves Eles Chovem, Asdrubal, O Monstro Terrível, Balé da Mata, Era Uma Vez Um Verão e Boia com Helena Inês. No campo da decoração e cultura popular assinou a decoração do Carnaval de Salvador em três ocasiões e clubes carnavalescos de Salvador e Feira de Santana. Sendo um dos fundadores do bloco afro Malê Debalê, de Salvador, em 1979 criou o marcante figurino de estamparia com cores vibrantes e alegorias com formas geométricas, que até hoje identifica a entidade.