

















A 2ª edição do Festival de Arte e Cultura da Agroecologia (FACA) reuniu diversos artistas, com diferentes expressões culturais, como música, poesia, contação de histórias e teatro, e integrou-os à programação do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA).
Além dos espaços próprios, como o palco Iati, na orla do Rio São Francisco, em Juazeiro, as intervenções artísticas ocorrem também durante a programação do Congresso. Isso porque a cultura é um elemento essencial da agroecologia.
“A arte e a cultura não são adereços. Arte e cultura são parte do processo de se construir saberes e disseminá-los. Essa cultura que aparece aqui não é algo desconexo, é uma cultura que vai trazer informações que condizem com o que está sendo debatido”, afirmou o integrante da Comissão de Cultura, que produziu e organizou o festival, Álvaro Luiz.
Uma seleção de respeito




A seleção dos artistas buscou contemplar a representatividade de toda a cultura popular brasileira, inclusive com abertura de edital para todo o país, voltado para as pessoas interessadas em se apresentar no FACA. Este foi, inclusive, um dos pontos que agradou as pessoas participantes do CBA, com intervenções feitas a partir do diálogo entre saberes.
“Tem muita intervenção que mistura saberes das plantas com teatro, com literatura, música. Do início ao fim, o pessoal foi se juntando a quem estava se apresentando e encostando para poder estar junto. Isso é fantástico”, celebrou Álvaro Luiz.
Sobre o Congresso Brasileiro de Agroecologia
Realizado a cada dois anos desde 2003, o Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA) é construído por uma ampla frente de parceiros nacionais e internacionais, configurando-se como o maior encontro latino-americano de agroecologia.
Mais que um espaço de fortalecimento da agroecologia como ciência, o CBA é um território de diálogo entre diferentes formas de conhecimento, proporcionando legados agroecológicos em todos os territórios por onde ele passa.